LEMBRANÇAS
Os
cantares dos galos
No
Poilão já pela manhãzinha
Recebiam-se
a saudação acordada
Poilão saudade de ti
em baixo de ti
o
viu crescer
Essa
distância melancólica
nas terras dos outros
De
longe
Ele
se advirta, lembrando-se das áreas
Esplêndidas de praias de sua terra,
Hoje,
grita-se no outro lado do atlântico
quase
em ruína parecia chegar
Sob a tua proteção entre as rochas,
ainda se sentia mais acabrunhado
Lembranças
No Poilão em sua companhia
até
nos passeios e retorno à casa
percebia
repentinamente bálsamo
Dos
seus orixás Bisavós
Ancestralidade
do seu chão
Pelas
suas sombras cresceu
ainda,
será gigante na terra
Onde
se viu hospedar
perpassando
pelos degraus terrenos
Lembranças
É
sua displicência
Um
caminhar menos seguro
Lembranças
(Eusébio Annan Alves Djú, 2017)

Bom trabalho Eusébio Dju, isso mostra uma certa capacidade e força de vontade de transformar tudo que está em nosso redor numa obra de arte porque, podemos saber de tudo, mas o que nos diferencia de um escritor ou poeta é a forma como eles associam as informações que escrevem, o que é o seu caso. Parabéns mais uma vez e continue nos banhando com as letras.
ResponderExcluirObrigado Romilson!
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