ESTÁGIO DE REGÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA (ENSINO MÉDIO)
UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA INSTITUTO DE HUMANIDADES E LETRAS CURSO DE LETRAS-LÍNGUA PORTUGUESA
ESTÁGIO
DE REGÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA (ENSINO MÉDIO)
O
ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO: UM DIÁLOGO SOBRE O TEXTO E INTERTEXTRUALIDADE
EUSÉBIO
DJÚ E JOÃO FERNANDO CÁ
REDENÇÃO/CEARÁ, 2017
SEMESTRE 2017.1
EUSÉBIO
DJÚ E JOÃO FERNANDO CÁ
O
ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO: UM DIÁLOGO SOBRE O TEXTO E
INTERTEXTRUALIDADE
Projeto de atuação na escola atende
uma exigência do componente curricular estágio de regência em língua portuguesa
(ensino médio) apresentado como requisito parcial de avaliação do componente
curricular ministrado pela Profa. Dra. Camila Maria Marques Peixoto.
REDENÇÃO/CEARÁ,
2017
SEMESTRE
2017.1
APRESENTAÇÃO
O hodierno plano de atuação do estágio de
regência em língua portuguesa (Ensino Médio) atende uma exigência do componente
curricular apresentado como requisito parcial de avaliação do componente
curricular ministrado pela Profa. Dra. Camila Maria Marques Peixoto da
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, UNILAB.
Por esta razão, iremos atuar como estagiários na escola do Ensino Médio Dr. Brunilo Jacó com sede
à Av. Contorno Sul, S/N, Conjunto Antônio Bonfim, Redenção-CE, inscrita no CNPJ
sob o n0 01.730.900/0031-72. Essa escola conta com oito salas
de aulas divididas de 1º ano a 3º ano de Ensino Médio. Possui quarenta e
três funcionários dos quais trinta e dois são professores/as, quatro
vigilantes, uma secretária, duas cozinheiras, quatro de limpeza. Tem em torno
de seiscentos e setenta e dois alunos divididos em dois turnos, de manhã e a
tarde. Para isso, este plano de atuação terá como objetivo guiar e possibilitar
os licenciandos do curso letras a colocar em prática os conhecimentos
adquiridos ao longo do curso, por meio dele propor um diálogo sobre o texto e
intertextualidade, levando em consideração os procedimentos metodológicos
repassados nesta disciplina antes da nossa ida para escola. Assim como, os
conhecimentos adquiridos a partir das disciplinas que tratam, mormente, sobre o
ensino da língua portuguesa, bem como a didática nos países da integração, uma
disciplina de orientação metodológica do ensino/aprendizagem. Para tanto, esses
conhecimentos e as discussões que foram desenvolvidas no decurso das aulas
dessas disciplinas acima aludidas servirão de base para a sugestão de um
diálogo sobre o texto e intertextualidade para além do livro didático adotado
pela escola para esse nível do Ensino aprendizagem. Enfim, esta proposta do diálogo
sobre o texto e intertextualidade buscará contemplar o universo vivenciado pelos
alunos no seu dia a dia.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................05
2. PROBLEMATIZAÇÃO
E JUSTIFICATIVA...........................................................06
3. OBJETIVOS...............................................................................................................08
3.1 GERAL.....................................................................................................................08
3.2 ESPECÍFICO............................................................................................................09
4. METODOLOGIA.......................................................................................................09
5. CRONOGRAMA.......................................................................................................10
6. REFERÊNCIAS.........................................................................................................12
1.
INTRODUÇÃO
Comparece-se com este plano de atuação de estágio como requisito
obrigatório para a conclusão do curso de Letras, da disciplina de Estágio de
Regência em Língua Portuguesa, na Universidade da Integração da Lusofonia
Afro-Brasileira. Desse modo, acredita-se que o estágio de regência é o momento
de vivência da prática profissional de forma continuada, completando uma etapa
do processo. Desenvolvimento teórico de uma unidade de ensino desenvolvimento
de aplicações e exercícios de fixação da aprendizagem. A fase da Regência é o
momento em que os estagiários assumem a terminadas salas de aulas, sob a
indicação, orientação e acompanhamento e avaliação da professora titular da
disciplina. Ainda, sim, o estágio é um período de colocação em prática os
conhecimentos adquiridos ao longo da formação na licenciatura em Letras, bem
como permitir aos estagiários a conhecerem a realidade das escolas.
Neste sentido, adquirir as experiências docentes, desenvolvendo suas
práticas pedagógicas, levando em consideração o texto, contexto e a realidade
do ensino aprendizagem. O objetivo deste plano de atuação de estágio de
regência em Língua Portuguesa no Ensino Médio na escola pública Dr.
Brunilo Jacó com sede à Av. Contorno Sul, S/N, Conjunto Antônio Bonfim,
Redenção-CE, inscrita no CNPJ sob o n0 01.730.900/0031-72 incidirá sobre o 1º ano-D do Ensino
Médio da escola pública Dr. Brunilo Jacó, consiste em propor um diálogo sobre o texto e intertextualidade, a
partir da demonstração das características textuais próprias, já que a escola
Dr. Brunilo Jacó propõe para este mês da nossa vigência do estágio tratar sobre
a história social do classicismo em Portugal para os alunos do 1º Ano-D.
Para isso, gostaríamos de suscitar a reflexão sobre os conteúdos
programados pela escola para esse nível do ensino aprendizagem que iremos atuar
como estagiários. Sobretudo, mostrar-lhes que o texto é uma unidade linguística
(COSTA VAL, 2006), que nossas práticas diárias nós o construímos, bem como em
toda a nossa vida construímos o texto a partir doutro texto já existente, (ARAÚJO
& LOBO-SOUSA, 2009). Para isso, escolheremos os textos que tratam sobre a
história social do classicismo em Portugal, conciliando esses textos com os que
são recomendados pelo livro didático deste nível do Ensino aprendizagem. Mas
também, visando-se trabalhar os usos reais da língua na construção dos textos e
intertextualidade.
Com isso contribuindo na ampliação do conhecimento linguístico dos
alunos, considerando os conhecimentos já internalizados pelos alunos, a fim de
que possam desenvolver suas competências linguísticas, ampliando suas
possibilidades de interação e comunicação. Considerando a pluralidade social
dos sujeitos envolvidos nessa interação, é importante refletir em que medida as
vivências interferem no processo de ensino e aprendizagem. O que exige das
práticas docentes um maior planejamento e flexibilidade, buscando abranger o
máximo das multiplicidades, cientes de que cada aluno terá suas singularidades,
e ao mesmo tempo construir um trabalho que esteja em conformidade com as
orientações contidas nos Parâmetros Curriculares Nacionais de ensino.
Espera-se, com esse projeto, proporcionar aos alunos formas de ver e pensar ou
até mesmo questionar os usos práticos de textos e intertextos, buscando
contribuir para o fomento de uma visão mais produtiva do ensino e aprendizagem
da Língua Portuguesa.
Enfim,
acreditamos de que um aluno se sentirá contemplado ao mundo de conhecimento,
quando observa as características do texto e intertextualidade. Neste sentido,
espera-se com este plano de atuação na escola expor uma sugestão de Ensino na
Área da Língua Portuguesa uma proposta de trabalhar o texto e
intertextualidade, buscando proporcionar um momento de aprendizado na vida do
aluno como, por exemplo: Os Lusíadas,
de Luís Vaz de Camões, para que aluno se beneficie de um trabalho do ensino
diferente. Com isso, buscar-nos-emos também contemplar o conhecimento que aluno
vinha tendo sobre o texto e intertextualidade ao longo do seu processo de
socialização na escola.
2. PROBLEMATIZAÇÃO E JUSTIFICATIVA
Para
a problematização deste projeto de estágio de regência em Língua Portuguesa no
Ensino Médio, pensaremos em propor para os alunos do 1º ano-D do Ensino Médio da escola pública Dr. Brunilo
Jacó um diálogo sobre o texto e
intertextualidade, que não se trata apenas de uma estratégia de sugerir uma
elaboração textual oral ou escrito ou de trabalhar a produção textual e os
conteúdos gramaticais, mas, sim, de estabelecer um diálogo a partir do texto,
mostrando como isso foi construindo mediante um texto já existente. Descobrindo
os recursos de sua construção para a mediação leitora que leve os alunos a
compreenderem o processo de intertextualidade que estimulem a leitura de texto.
Desse
modo, apresentar-lhes que cada texto tem a sua característica própria. Para a sua
compreensão deve-se ater ao
contexto de sua produção e, levando em consideração o objetivo que o seu
produtor visa atingir. Para além disso, a proposta de estabelecer um diálogo sobre
o texto e intertextualidade com os alunos que endossamos deve ser visto como
uma importante prática social de reconstrução de uma trajetória do produtor/autor
e que é recuperável no texto. Tal perspectiva vai de encontro à tentativa de
impor significado único, hegemônico para o texto. A nosso ver, é possível
ensinar o aluno a perceber particularidade que um texto tem e que há várias
possibilidades de sua significação, que se pode escolher uma delas e reconhecer
as estratégias que geram essa a sua produção.
Para isso, precisa-se mostrar aos alunos de
que cada texto, segundo Costa (2008, p.17) tem uma significância, assim apoiada
em Roland Barthes. Dessa maneira, cada o seu leitor o atribui o sentido de
acordo com a sua capacidade de compreensão. Por isso, ao propormos um diálogo a
partir do texto pensamos, logo, que não se pode ensinar uma história de um
povo, ou, um passado histórico de um povo sem perpassar por meio de um texto.
Portanto, tudo o que se faz na vida requer uma elaboração textual.
Contrapondo ao que se ensina na escola sobre
a gramática tradicional ou a Língua em prática, em vez de se ensinar apenas a
partir do texto, como se deve fazer prioritariamente, e infelizmente a escola
chamada tradicional, por meio da insistência na transmissão do conteúdo sobre a
Língua Portuguesa desconsidera a importância que o Ensino do texto tem sobre a
compreensão de uma determinada Língua. Sendo que um texto define-se a partir dos
dados textuais preexistentes o que Araújo & Lobo-Sousa
(2009) chamam de intertextualidade, isto é, “definir a intertextualidade como
“uma relação de co-presença entre dois ou vários textos”, isto é, “pela
presença efetiva de um texto no outro ” (GENNETE, 1982, p. 8, apud ARAÚHO &
LOBO-SOUSA, 2009, p. 569) ”.
De
acordo com Araújo & Lobo-Sousa (2009), a intertextualidade é uma resposta
ou uma antecipação ao discurso do outro. Para autores acepção sobre a
intertextualidade é propagada por Julia Kristeva (1941, -) na célebre citação
que inaugura a primeira definição de intertextualidade: “todo texto se constrói
como um mosaico de citações, todo texto é a absorção e transformação de um
outro texto” (KRISTEVA, 1969, apud ARAÚJO & LOBO-SOUSA, 2009, p. 1568).
Sendo assim qualquer motivação de produção textual teria por base reelaboração
de um texto preexistente. Como declara Freitas
(2011, p. 32):
Ao criar o conceito de
intertextualidade, Kristeva chama de “texto” o que Bakhtin denominou como
enunciado. Por causa disso, o termo “dialogismo” foi substituído por
“intertextualidade”. Assim, toda relação dialógica passou a ser entendida como
relação intertextual. Isso, de certo modo, foi um equívoco, porque Bakhtin
separa “texto” de “enunciado”. Para Bakhtin, o enunciado procura mostrar a
posição de uma voz dentro da sociedade, é um todo de sentido, uma orientação.
Já texto é a manifestação do enunciado, a materialização deste, “é a
manifestação do enunciado, é uma realidade imediata dotada de materialidade,
que advém do fato de ser um conjunto de signos. Assim, o enunciado são os
sentidos construídos pelos interlocutores numa troca comunicativa da qual eles
venham a participar e o texto é a forma materializada deste, (FREITAS, 2011, p.
32)
Para tanto, nada é tão
novo até ao ponto de não ter a sua origem. Mesmo dizer que desconheça, porém deve
compreender-se que cada fenômino
da produção de um texto escrito ou oral já foi assistido pelos seres vivos
alguns anos atrás. Então, o que importa entender previamente o que carecteriza
o texto, esscrito ou oral, unidade linguística comunicativa básica, já que o
que as pessias têm para dizer umas às outras não são palavras nem frases
isoladas, são textos. Um texto é uma unidade de sentido, na qual
os elementos significam uns em relação aos outros e em relação ao todo.
Para Costa Val (2006), decorre que as ocorrências de
um texto não devem ser analisadas per si, mas o texto deve ser percebido e
interpretado integralmente, cada elemento sendo avaliado em função do todo. Por
isso, os critérios de julgamento que se define conduzem a um exame global do
texto. A nosso ver, a partir da (re) leitura do Costa Val (2006), no plano da
coerência de um texto escrito ou oral não há como avaliar fragmentos: a continuidade, a progressão, a não
contradição e a articulação só podem ser percebidas quando se analisa o texto
por inteiro, examinando-se as ralações do texto com o seu contexto e as
relações das partes entre si e com o todo.
Enfim, para tratarmos de
história social do classicismo em Portugal com os alunos do 1º ano-D do Ensino
Médio da escola pública Dr. Brunilo Jacó, como aludimos anteriormente,
recorreremos o texto produzido nesse período com o intuito de poder fazer haja
a compreensão sobre o momento em questão, que os alunos pudessem conhecer os
textos e seus respectivos os autores.
3. OBJETIVO
3.1 OBJETIVO GERAL
Tratar da história social do classicismo com o
foco em Portugal. Desse modo, explorar os textos e os seus respetivos autores
com o intuito de torna compreensível esse momento histórico.
3.2 OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
·
Apresentar e explorar obra “Os Lusíadas”, de
Luís Vaz de Camões;
·
Induzir os alunos a conhecerem a história social
do classicismo em Portugal;
·
Analisar com os alunos os textos produzidos para
este período da história social do classicismo em Portugal.
·
Estimular a leitura dos textos produzidos nesse
período;
·
Distinguir a intertextualidade nos textos
produzidos nesse período.
·
Dar um procedimento metodológico para a
construção de um texto a modelo desse período da história social do classicismo
em Portugal.
4. METODOLOGIA
O presente projeto de
atuação de estágio de regência em Língua Portuguesa no Ensino Médio ocorrerá na
1º Ano-D da escola pública situada no município de Redenção, Estado de Ceara,
já acima aludida. Para tal, centramo-nos no ensino da língua portuguesa a
partir de uma proposta do estabelecimento de um diálogo sobre o texto e
intertextualidade, visando-se destacar as ideias sobre a história social do
classicismo em Portugal. Para isso, usaremos como aporte teórico Costa Val
(2006), “Redação e Textualidade” ALÓS
(2006), “texto literário, texto cultural,
intertextualidade”, FREITAS (2011), “O
desenvolvimento do conceito de intertextualidade”.
Reforçando,
apoiaremos em um estudo bibliográfico
baseado no livro didático e os materiais disponíveis pela internet:
dissertações de mestrado, tese de doutorado, artigos científicos sobre a
história social do classicismo em Portugal, assim como, desenvolvimento de
ideias sobre as realidades vivenciadas pelo aluno dentro e fora da sala de aula,
que podem servir como a forma de compreensão do conteúdo de aulas.
Então, sobre o conteúdo programado
para este nível, história social
do classicismo em Portugal, será usada “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões,
bem como as imagens (artes plásticas) sobre a história social do classicismo em Portugal.
Ressaltar a produção de Francisco de Sá Miranda sobre o contexto histórico do
classicismo em Portugal. Relembrando que o conteúdo que está sendo abordado até
agora neste nível acima aludido trata-se da história social do classicismo em
Portugal unidade 2 do livro didático e indicado pela professora titular desta disciplina
de Língua Portuguesa em que realizaremos o estágio de regência.
Neste sentido, para a nossa elaboração deste plano de atuação de estágio
de regência em língua portuguesa no Ensino Médio realizamos leituras de
materiais teóricos de estudo sobre a aplicação do ensino da língua portuguesa
em sala de aula. Por isso, propomos trabalhar o texto impresso no papel, bem
como o texto virtual ou oral que possibilitem os alunos a compreenderem o
momento sócio-histórico do classicismo em Portugal. Enfim, a partir do uso de
computador, Datashow, pincel, lousa, caixa de sons, música, DVD, nos permitirá
comparar este momento sócio-histórico do classicismo em Portugal
com a realidade vivenciada pelos alunos, para que eles possam depreender mais os
conteúdos de aulas.
5. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
Oficina 1: História Social do Classicismo. Um diálogo
sobre a Linguagem do Classicismo Renascentista.
Leitura: Fragmento da Divina Comédia, de Dante
Alighieri.
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27/09/2017
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Oficina 2: Leitura de um poema de Petrarca e dois poemas de
Camões. Um exercício de aprendizagem.
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28/09/2017
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Oficina 3: Discurso – Intertexto e Interdiscurso.
Texto: Estética
da criação Verbal, de Mikhail Bakhtin
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04/10/2017
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Oficina 4: Debate sobre textualidade, coerência e coesão, a
coerência e o contexto discursivo. Intertextualidade, interdiscursividade e
paródia.
Texto: “A
coerência textual”, de Ingedore Villaça Koch e Luiz Carlos
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05/10/2017
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Oficina 5: O classicismo em Portugal. Luís Vaz de Camões: o grande salto.
LEITURA: Os Lusíadas,
dois sonetos de Camões
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11/10/2017
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Oficina 6: Estabelecimento de um diálogo sobre a lírica camoniana e a canção
popular. Uma Leitura interpretativa.
Texto: “Monte castelo”, de Renato Russo.
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12 /10/2017
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Oficina 7: Hipertexto e gêneros digitais.
Texto: “Na internet, uma nova Língua?
”, de William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães
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18/10/2017
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Oficina 8: Leitura e interpretação de “Os
Lusíadas”, de Luís Vaz Camões.
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19/10/2017
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Oficina 9: Auxiliando os alunos no conhecimento sobre as características de
história social do Classicismo em Portugal.
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25/10/2017
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Oficina 10: Introdução à semântica sinonímia e antonímia campo
semântico, hiponímia e hiperonímia. Polissemia a ambiguidade a ambiguidade na
construção do texto semântico e discurso.
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26/10/2017
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Oficina 11: A abordagem sobre o
quinhentismo no Brasil.
Texto: fragmentos
da Carta de Caminha, tira de Nilson e cartum de Marcos Muller.
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01/11/2017
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Oficina 12: Uma exposição sobre a literatura de catequese: José de Anchieta.
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02/11/2017
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Oficina 13: Mediando os alunos sobre o conhecimento das peculiaridades textuais.
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08/11/2017
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Oficina 14: Criação de textos de sua autoria a partir do
conhecimento que têm sobre o momento sócio-historico do classicismo em Portugal.
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09/11/2017
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Oficina 15: A mediação para a descrição final sobre a história social do
Classicismo em Portugal.
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15/11/2017
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6. REFERÊNCIAS
ALÓS, A. P. Texto literário, texto cultural, intertextualidade. Revista
Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. V. 4, n. 6, março de 2006. ISSN
1678-8931 [www.revel.inf.br]. Disponível em: <http://www.revel.inf.br/files/artigos/revel_6_texto_literario.pdf>. Acesso em:
28 set. 2017.
ARAÚJO, J. C. & LOBO-SOUSA, A. C.. CONSIDERAÇÕES SOBRE A INTERTEXTUALIDADE NO
HIPERTEXTO. SCIELO, 2009, Linguagem em (Dis) curso, Palhoça, SC, v. 9, n.
3, p. 565-583, set./dez. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ld/v9n3/07.pdf>. Acesso em 28
set. 2017.
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN´S). Disponível
em:<http://portal.mec.gov.br/pnaes/195secretarias112877938/sebeducacaobasica200704897/12657-parametros-
curriculares-nacionais- 5o-a- 8o-series>>. Acesso em: 27 set.2017
COSTA VAL,
Maria da Graça. Redação e textualidade/ Maria da Graça Costa Val. 3ª ed.
–São Paulo: Martins Pontes, 2006.
COSTA,
L. A. Pelas aguas mestiças da história: uma leitura de o outro pé da Sereia de
Mia Couto/ Luana Antunes Costa. 2008. 140f. Dissertação (mestrado) -
Universidade Federal Fluminense, Instituto de Letras, 2008.
FREITAS, A. C. R. de. O desenvolvimento do conceito de intertextualidade. Revista dos Alunos
dos Programas de Pós-Graduação do Instituto de Letras UFF
www.revistaicarahy.uff.br Edição n.06/2011 ISSN:2176-3798. Disponível em: <
http://www.revistaicarahy.uff.br/revista/html/numeros/6/dlingua/ANTONIO_CARLOS.pdf
>. Acesso em: 28 set. 2017.
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