Plano de atuação de estágio de regência em Língua Portuguesa e suas respectivas literaturas

UNIVERSIDADE
DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONA DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA
INSTITUTO
DE HUMANIDADES E LETRAS
CURSO
DE LETRAS-LÍNGUA PORTUGUESA
PROJETO
DE ATUAÇÃO NA ESCOLA
O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA NA 6ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL II: UM
TRABALHO COM SUBSTANTIVO E HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PARA ALÉM DO LIVRO DIDÁTICO
BIBIANO
LUÍS DJÚ
EUSÉBIO DJÚ
REDENÇÃO/CEARÁ
SEMESTRE
2016.2
BIBIANO
LUÍS DJÚ
EUSÉBIO DJÚ
O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA NA 6ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL II: UM
TRABALHO COM SUBSTANTIVO E HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PARA ALÉM DO LIVRO DIDÁTICO
Projeto de atuação
na escola tende a cumprir uma exigência do componente curricular, Estágio de Regência
em Linguagens – Língua Portuguesa e Literatura no Ensino Fundamental II, apresentado
como requisito parcial de avaliação do componente curricular ministrado pela
Profa. Dra. Léia Cruz de Menezes.
REDENÇÃO/CEARÁ,
2017
SEMESTRE
2016.2
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO..............................................................................................3
2. PROBLEMATIZAÇÃO E JUSTIFICATIVA............................................4
3. METODOLOGIA..........................................................................................5
4. OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICO.........................................................5
5. CRONOGRAMA E EXECUÇÃO................................................................6
6. REFERÊNCIAS.............................................................................................7
1. INTRODUÇÃO
Este plano de atuação do
estágio de regência em linguagens, língua portuguesa e literatura no ensino
fundamental II tende a cumprir a exigência curricular proposto pela
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, UNILAB,
como requisito para a conclusão do curso de Letras/Língua Portuguesa. Terá como
objetivo guiar e possibilitar os licenciandos do curso letras a colocar em
prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, a partir das disciplinas
que tratam mormente sobre o ensino da língua portuguesa e suas literaturas,
especificando-se as disciplinas tais como: didática nos países da integração;
psicologia da educação, do desenvolvimento e da aprendizagem; Teorias
linguística I; Teorias linguística II; leitura e produção de texto I; leitura e
produção de texto II; teorias literárias I; teorias literárias II; teorias
literárias III, Literatura em língua I; Literatura em língua II; Literatura em
língua III; Literatura em língua IV; Literatura em língua V; estudos comparados
em Língua Portuguesa etc. Para tanto, esses conhecimentos e as discussões que
foram desenvolvidas no decurso das aulas dessas disciplinas supracitadas
servirão de base para a apresentação de uma visão além do livro didático da 6ª
série do ensino fundamental II, que
desconsidera o conhecimento que o aluno tem sobre o universo e que poderá
tornar evidente no que se refere ao substantivo e história em quadrinhos.
2. PROBLEMATIZAÇÃO E JUSTIFICATIVA
Os gêneros textuais são ferramentas importantes para as relações
interpessoais, visto que tudo que fazemos no nosso dia-a-dia está relacionado a
eles, desde a escrita de um simples bilhete até a produção de um artigo
científico. Por isso é recomendável com gêneros textuais no ambiente de ensino.
Citando Dionísio, “em certo sentido, é esta ideia básica que acha no centro
dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), quando sugerem que o trabalho com
o texto devem ser feito na base dos gêneros sejam eles orais ou escritos” (DIONÍSIO
et al. 2002, p.32-33).
Quando falamos do trabalho com os gêneros
textuais na escola para além do material didático, pensamos justamente como são
abordados os conteúdos no material
didático, para que tipo de público serão aplicados a aula e o que pode
ser acrescentado para ajudar os alunos a
compreender melhor o assunto abordado. Como sabemos, muitas das vezes encontramos conteúdos no material didático que não são
adequados para o nível ou a faixa etária dos alunos. Além disso, eles não são
explicados de forma clara, sempre acontece equivocos ao se considerar o gênero
textual como sinônimo de tipologia textual. O professor acaba repassando conteúdos
para os seus alunos do jeito que está no livro didático, sem uma avaliação
antecipada.
“Em geral, a expressão “tipo de texto” muito usada nos
livros didáticos e no nosso dia-a-dia, é equivocadamente empregada
e não designa um tipo, mas sim um gênero de texto. Quando alguém diz, por
exemplo “a carta
pessoal é um tipo de texto informal”, ele não está empregando o termo “tipo de texto” de maneira correta e deveria evitar
essa forma de falar. Uma carta pessoal que você escreve para
sua mãe é um gênero textual” […]
((DIONÍSIO et al. 2002, p25)
Este projeto tem como um de seus propósitos
o seguinte: não ignorar o material didático na sua totalidade. De posse do material didático, angariamos
acrescentar algo que ajude em uma melhor compreensão do assunto.
Procuraremos, desse modo, trabalhar para
além do material didático, adaptando
os conteúdos e as atividades de acordo com as necessidades e realidade do
aluno.
Portanto, o professor, quando vai lecionar
numa escola, primeiramente tem que conhecer a escola, seu modo de
funcionamento, seu público, que tipo de
alunos vai encontrar, tentando enxergar
também o entorno da escola, as condições da comunidade que ali habitam. Tudo
isso lhe possibilitará condições na seleções de material e conteúdo a trabalhar.
3. OBJETIVO
3.1.
GERAL
§ Dar
a conhecer a história em quadrinhos e suas caraterísticas;
§ Dar
a conhecer o substantivo e suas peculiaridades;
§ Dar
a conhecer subclasses de substantivos e a separação das sílabas;
§ Dar
a conhecer as características de verbos.
3.2 ESPECÍFICOS
§ Desenvolver
algumas atividades com os alunos sobre o substantivo e suas características
§ Desenvolver
algumas atividades com os alunos sobre história em quadrinhos e suas
características;
§ Auxiliar
os alunos na identificação de subclasses de substantivos numa história em
quadrinhos, destacando a função desses neste tipo gênero textual.
§ Servir
de mediação para os alunos criarem histórias em quadrinhos de sua autoria,
atrelando as temáticas a sua realidade
§ Orientar
os alunos no conhecimento e no discernimento de características de verbos.
4. METODOLOGIA
O trabalho deste estágio
de regência em linguagens, língua portuguesa e literatura no ensino fundamental
II, atuará na 6ª Série do ensino fundamental II da escola pública situada no
município de Acarape. Para tal, centramo-nos no ensino da língua portuguesa e
produção textual através de um estudo bibliográfico baseado nos materiais
publicados pela internet, livro didático disponível na escola, dissertações de
mestrado, resenhas, tese de doutorado, artigos científicos, apresentação de
slides, Datashow, histórias em quadrinhos, assim como, desenvolvimento de algumas
ideias com os alunos dentro e fora da sala de aula sobre o substantivo e
histórias em quadrinhos.
Neste sentido, este plano
de atuação de regência em linguagens, língua portuguesa e literatura no ensino
fundamental II buscará atender a demanda da escola para o ensino de histórias
em quadrinhos e substantivo na série do ensino fundamental II. Para isso, adotaremos
também o uso de materiais paradidáticos para com isso estimular os alunos na
produção de gênero textual, neste caso, história em quadrinhos. Mostraremos que
as histórias em quadrinhos, na
educação, podem contribuir de diversas formas para a aprendizagem, pois, além
de divertir, esse gênero literário também pode fornecer subsídios para o
desenvolvimento da capacidade de análise, interpretação e reflexão do aluno-leitor.
Podem também estimular o aluno na imaginação e na criatividade e,
fundamentalmente, despertar o interesse pela leitura e escrita, contribuindo para
a produção de textos de diversas formas. Para tanto, adotamos como aporte teórico as
seguintes obras: Gêneros textuais e
ensino: um trabalho de organização (2002), de Ângela Paiva Dionísio, Anna
Rachel Machado Maria Auxiliadora Bezerra; Aula de Português: encontro & interação (2003), de
Irandé Antunes; Que gramática estudar na escola? Norma e uso
da língua portuguesa (2014), de Maria Helena de Moura Neves.
5. CRONOGRAMA E EXECUÇÃO
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Entrega
de Ofício de solicitação de estágio
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11/04/2017
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Produção
do plano de atuação
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04/05/2017
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Produção
dos planos de aula
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07/05/2017
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Estagio
de regência
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08,09,11,12,15,16,18,19,22,23,25,26/05
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Produção
de relatório de Regência
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05/07/2017
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Finalização
e apresentação do projeto
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11/07/2017
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6. REFERÊNCIAS
BRASIL. Secretaria
de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua
portuguesa. Brasília: Ministério da Educação / Secretaria de Educação
Fundamental, 1998.
DIONÍSIO, Ângela;
MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
IRANDÉ,
Antunes. Aula de Português: encontro
& interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003, p. 39-66.
NEVES, Maria Helena de Moura. Que gramática estudar na escola? Norma e uso da língua portuguesa.
4ºed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2014.
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