Eusébio Djú (Bijimita, Guiné-Bissau, 12 de maio de 1988), filho de Onputo Cá, agricultor, e de Indjinde Nanque, empregada doméstica, cresceu em uma família dedicada ao cultivo de arroz e à criação de animais, atividades que representavam a base econômica e a tradição mantida por seus pais. Iniciou sua educação formal aos 11 anos, em Bijimita, e, posteriormente, mudou-se para Quinhamel, onde passou a residir com sua tia e continuou seus estudos. Primeiramente matriculou-se na Escola Secundária Regional Domingos Brito dos Santos, sendo transferido um ano depois para a Escola Católica São Carlos Lwanga, onde concluiu o ensino primário. Durante esse período, destacou-se ao ser selecionado como secretário estudantil, evidenciando suas habilidades de liderança. Ao concluir o ensino fundamental, ingressou no Centro de Formação Juvenil (CFJ), onde deu início ao ensino secundário (ou médio). Sua atuação na instituição deixou uma impressão positiva entre professores e colegas, con...
A Liga Guineense dos Direitos Humanos, LGDH, e a TINIGUENA em parceria com a Faculdade de Direito de Bissau lançaram, no dia 05 de agosto de 2020, na Assembleia Nacional Popular, ANP, da República da Guiné-Bissau, a "Constituição da República da Guiné-Bissau Anotada". Sítio: https://unbbrmy.sharepoint.com/:b:/g/personal/190009438_aluno_unb_br/EUkJT0hOVTROg-ZkRINc07QBzlae4PQqhWHwzXRnDd2MaQ?e=K6ThgM . Os titulares desses órgãos atrás aludidos, Augusto Mário da Silva, Alcides Gomes e João Biagué, afirmam que esta versão da Constituição guineense visa apoiar, de forma clara, nas interpretações das leis guineenses. Esta iniciativa foi financiada pelas Nações Unidas, através do projeto de apoio ao diálogo político e a estabilização política da República da Guiné-Bissau. O presidente da Liga guineense, Augusto Mário da Silva, garante que as lacunas, as "insuficiências” e, ...
Chegou o tempo de deixarmos de falar apenas do passado e falarmos do presente. De deixarmos de dizer que não há alternativas para o desenvolvimento da Guiné-Bissau. Chegou o tempo de deixarmos de colocar as mãos na cabeça e dizer que não temos alguém que possa criar as condições para que haja estabilidade governativa na Guiné-Bissau. Chegou o tempo de pararmos de chorar e de lamentar porque surgiu um homem no nosso tempo. E este homem se abaliza com os demais, porque possui o nome próprio, Domingos Simões Pereira, e assume uma ego-história. Domingos Simões Pereira estava bastante inquieto com o desenvolvimento tardio da República da Guiné-Bissau e pela indigência em que se encontra o povo guineense. E ao longo dos seus estudos ao redor do mundo se estreava a lançar a sua base política. E o escopo principal desses estudos era buscar os mecanismos que lhe permitissem restituir os sonhos dos guineenses. DSP escutava sempre os prantos do povo guineense dias e noites, mas zurzia sempre no...
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